Vitor Araújo

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    Release – show – “1º ato – Paixão e Fúria (ou A Angústia) – Vitor Araújo

    Vitor Araújo compõe trilogia sobre a paixão

    Ao gravar TOC, seu dualdisc de estréia, em 2008, no recifense Teatro de Santa Isabel, o pianista Vitor Araújo encerrava a fase das polêmicas e duelos que marcaram com furor sua entrada na música brasileira. Exibia então em sua forma mais pura a proposta de misturar erudito e popular, permitindo-se inclusive improvisar frases inteiras dentro de peças conhecidas. Centrada na emoção do intérprete, a técnica trouxe novas cores ao mundo clássico. “Ele faz o piano soar humano”, descreveu uma reportagem da revista Carta Capital.

    Dois anos e muitos prêmios depois -- inclusive o de artista revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte (2008) e o Candango de melhor trilha sonora para curtas digitais do Festival de Cinema de Brasília (2009) --, ele acaba de preparar a primeira parte daquela que desde já pode ser considerada uma das empreitadas mais engenhosas dos músicos brasileiros contemporâneos: um ensaio musical em três atos sobre a paixão.

    “Quero falar daquele sentimento que transforma o amor em ódio em menos de um segundo, que faz uma pessoa mover montanhas por outra, que faz gente que não tem perna jogar bola, gente que não tem dedo tocar piano, gente que não enxerga pintar, gente que não ouve compor”, explica o artista.

    Encerados com tal verniz, serão três os concertos: 1º Ato - Paixão e Fúria (ou A Angústia); 2º Ato - Paixão e Silêncio (ou A Infância); e 3º Ato - Paixão e Orgasmo (ou a Catarse).

    Embora tenha composto o bastante para montar o esqueleto dos três atos, é o primeiro que está em fase de acabamento. O repertório terá pelo menos oito músicas, cinco dele mesmo e outras três de compositores que Araújo admira, cujas músicas se encaixam no tema da fúria desencadeada pela paixão.

    Assim, Impressões seresteiras, de Villa-Lobos e Jongo, de Lorenzo Fernandez, se entremearão às composições próprias e ganharão ainda a companhia de Ponteio no. 49, de Camargo Guanieri, ou Suggestion Diabolique, de Serguei Prokofiev. “As duas me inspiram, mas estou estudando qual delas se encaixa melhor no roteiro do concerto”, esclarece o pianista.

    Como em TOC, há novidades musicais já no primeiro ato da trilogia. Numa das músicas próprias, batizada Baião, Vitor Araújo usará um pedal de loop no piano. O equipamento é bem conhecido de instrumentistas mais afeitos a violões e guitarras. Ele armazena e repete os sons, como se fosse um eco. No piano, ele pode multiplicar as duas vozes usadas para tocá-lo, como se o pianista tivesse quatro mãos, ou seis, ou oito.

    Além disso, Araújo fará um solo de rádio de pilha, trespassará a própria voz nas pedaleiras de guitarra, lerá textos dele mesmo e de Manuel Bandeira, Zé da Luz, Arnaldo Antunes e Ortinho, Aldir Blanc, Augusto dos Anjos. Isso só no primeiro ato. Fecha o pano.

    Integrantes:
    Pianista Vitor Araújo

    Telefone: 81 3423-4126

    Origem: Recife - pe (Brasil)

    Residência: São Paulo - sp (Brasil)

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